Delivery impulsionando o mercado de Papel

Delivery impulsionando o mercado de Papel

Empresa de pagamentos constatou um crescimento de 59% nos serviços de entrega em casa

Entre os novos hábitos construídos para lidar melhor com as necessidades da pandemia, o sistema de entrega de comida foi fortemente adotado no Brasil. Não apenas auxiliou a população a ficar em casa, na impossibilidade de ir até um restaurante, como também foi uma alternativa que os estabelecimentos encontraram para sobreviver durante o período de isolamento social.

Todo os tipos de serviços se depararam com essa urgência, mas as atividades setor alimentício, que normalmente já atua com grande demanda nesse sistema, se intensificaram. O que mais se comprou pela internet durante o distanciamento social foi comida, feito por 44% da população. A tendência é que o hábito permaneça mesmo quando tudo voltar ao normal e a pandemia passar

Delivery man holding paper bag and showing thumb up in red uniform, medical mask, gloves front view.

Depois do primeiro mês de isolamento por conta da Covid, dados mostram um crescimento constante no setor. Uma análise feita pela Mobills mostrou que, em abril, houve o aumento de mais de 60% com relação ao mês anterior e, em maio, aproximadamente 40% com relação ao mês anterior.
A empresa de pagamentos Rede também constatou um crescimento considerável de 59% nos serviços de entrega em casa se comparado ao período anterior à quarentena imposta para controle de contágio do novo coronavírus.
E não foi apenas no Brasil que o delivery virou queridinho. De acordo com números publicados pelo site de cassino online, com os restaurantes de portas fechadas, a demanda pelo sistema de entregas na porta de casa aumentou ao redor do mundo todo, apresentando um aumento de 300% nas pesquisas por esse tipo de serviço.


Com base na pesquisa apresentada pelo Betway, feita entre março e maio de 2020, o país com maior crescimento na busca por pedidos de comida foi o México, com um aumento de 1.223%.
Vários franqueados observarem um aumento de 125% nas vendas de delivery durante este período, e com isso alguns grupos tem apostado em lojas que atendem só delivery, uma tendência que acompanha a crescente dos aplicativos de entrega no Brasil e no mundo.

fonte : https://dlnews.com.br/noticias?id=39513/setor-de-alimentacao-tem-incremento-de-40%-de-entregas-delivery-durante-a-pandemia

A maior ação de limpeza do planeta tem mais de 700 cidades confirmadas no Brasil

A maior ação de limpeza do planeta tem mais de 700 cidades confirmadas no Brasil

World Cleanup Day ou Dia Mundial da Limpeza é uma ideia que teve um início humilde e pode mudar o mundo.  A ideia de limpar coletivamente um país começou na pequena nação da Estônia em 2008, quando 50.000 pessoas se reuniram para limpar o país inteiro em apenas cinco horas.

Esta ação cívica foi realizada por voluntários e os organizadores nomearam a ação “Let’s Do It!” ou “Vamos fazer isso!”, que descreve perfeitamente a essência do movimento. O sucesso da limpeza da Estônia se espalhou pelo mundo e agora são mais de 158 países que organizam limpezas baseadas no mesmo modelo. O movimento cresceu para ser a maior organização do gênero no mundo.

No Brasil, o movimento acontece desde 2012 sendo que no ano de 2018 foram 363 cidades que realizaram a ação, mais de 100 mil pessoas retiraram 2 mil toneladas de resíduos de praias, rios, praças, parques, avenidas, ruas e terrenos.

Em 21 de setembro de 2019, todos os países, voluntários e parceiros se reunirão novamente para diminuir o lixo no mundo e chamar a atenção para os impactos em nossas vidas e no meio ambiente. Uma poderosa “onda verde” de limpezas começará na Nova Zelândia e terminará no Havaí 36 horas depois, com milhões de pessoas trabalhando em um único objetivo: um mundo mais limpo.

A mobilização nacional ocorre pelo Instituto Limpa Brasil e Teoria Verde, sendo que os realizadores são todas as instituições e líderes em cada cidade que fazem adesão. Nesse ano, a ação pode ser considerada a maior já realizada no Brasil com mais de 700 cidades confirmadas. 

Acesse o site, clique no mapa e digite o nome da sua cidade. Faça contato com o líder para participar ou você também pode mobilizar seu grupo e cadastrar sua ação www.diamundialdalimpeza.com.br 

Fonte: http://www.teoriaverde.com.br/

Sounds of Future Ocean

Sounds of Future Ocean

Álbum com sons do oceano foi lançado no Dia Internacional da Água

A National Geographic lançou um álbum completo com sons do oceano para a sua campanha especial do Dia Internacional da Água, em 22 de março.

Assim como os discos de qualquer artista, o álbum está disponível nas principais plataformas de streaming: Spotify, Deezer, Tidal e Apple Music.

Para alertar sobre as consequências da poluição das águas pelos plásticos utilizados no dia a dia, os sons foram recriados usando resídios plásticos retirados do mar.

As quatro faixas de “Sounds of Future Ocean” representam um ecossistema afetado pelo plástico: praias, mar aberto, geleiras e oceano profundo. Uma mensagem final no final de cada música explica qual plástico foi usado para criar as músicas e convida as pessoas a se comprometerem com o planeta, reduzir o uso de plástico e assumir um compromisso com a campanha global “Planet or Plastic?”.

Fonte: www.b9.com.br

Sacolinha de mandioca se dissolve na água

Sacolinha de mandioca se dissolve na água

O produto foi criado pela Avani Eco, uma empresa de Bali, na Indonésia

De longe, ela parece uma sacolinha de plástico comum, daquelas que encontramos em diversos tipos de estabelecimentos. Mas não é. O modelo da Avani Eco, uma empresa de Bali, na Indonésia, é totalmente biodegradável. Ele é feito de amido de mandioca, não é tóxico e pode ser reciclado junto com papel.

Para provar que o seu produto é realmente natural, o biólogo Kevin Kumala, dono da empresa, chegou a mostrar em vídeo um pedaço da sacola sendo dissolvido em um copo com água morna. Depois, ele bebeu o líquido. Vale ressaltar que o bioplástico se desfaz somente em água morna e, dessa forma, ele pode entrar em contato com a água da chuva sem problemas.

Ao contrário das sacolinhas comuns, a da Avani Eco desaparece em alguns meses. Já as tradicionais, feitas à base de petróleo, levam centenas de anos para se decompor. Tempo suficiente para poluir o solo e a água de rios e mares. Fora os danos que podem provocar aos animais aquáticos, que confundem os pedaços de plástico com alimentos.

A sacolinha da Avani Eco comporta um peso de até 3 kg e custa 405 rupias indonésias — o equivalente a R$ 1. O frete para a entrega do produto é negociado de acordo com o destino e o meio de transporte utilizado.

Além da sacola feita com amido de mandioca, a empresa fabrica outros itens biodegradáveis, como talheres, copos, embalagens para comida produzidas com fibras de cana-de-açúcar ou madeira certificada, canudos de papel, e potes para saladas. Os potes são a última grande novidade da empresa e têm o amido de milho como um dos seus componentes.

Fonte: Revista Época Negócios

Canudo de plástico – inimigo nº 1 do Meio Ambiente

Canudo de plástico

Banir o consumo de canudos de plástico se estabeleceu como uma tendência praticamente irreversível em 2018. A rede de cafeterias Starbucks anunciou ontem (09/07) que vai deixar de usar canudos de plástico em lojas de todo o mundo até 2020, evitando o consumo de mais de um bilhão de canudos. A rede de fast food McDonald’s também anunciou recentemente que deixará de usar o apetrecho em lojas do Reino Unido e da Irlanda. Governos também entraram na discussão, com vetos no Rio de Janeiro, Escócia e Reino Unido. A importância do tema poluição ambiental é claro, mas fica a dúvida: por que exatamente o canudo plástico?

Longe de ser o principal problema quando o assunto é poluição por plásticos, o canudo funciona como uma “porta de entrada” para discussões mais profundas – e, por ser um item dispensável no consumo diário, pode ter um apelo mais significativo.

Os números impressionam: só nos Estados Unidos, mais de 500 milhões de canudos plásticos são utilizados diariamente, de acordo com uma pesquisa do governo. O Fórum Econômico Mundial relata a existência de 150 milhões de toneladas métricas de plásticos nos oceanos. Caso o consumo de plástico siga no mesmo ritmo de hoje, cientistas preveem que haverá mais plástico do que peixes no oceano até 2050.

Outro dado importante vem de uma pesquisa publicada pela revista científica Science em 2015. Pesquisadores descobriram que a humanidade gera um total de 275 milhões de toneladas de resíduos plásticos por ano – e um valor entre 4,8 milhões e 12,7 milhões de toneladas chega aos oceanos.

A expectativa dos ativistas é que, ao chamar a discussão para os canudos plásticos, os consumidores se conscientizem e deixem de utilizar outros materiais de uso único, como sacolas e garrafas – que são responsáveis por índices de poluição maiores.

Dune Ives, diretora-executiva da Lonely Whale, organização que liderou o movimento de proibição de canudos em Seattle, afirmou à Vox que o debate representa um primeiro passo importante para que as pessoas se sintam instigadas a fazer perguntas mais importantes sobre o uso de plástico.

Os resíduos plásticos nos oceanos são danosos para a vida animal. Um exemplo de fato que traz essa conscientização às pessoas foi um vídeo que viralizou em 2015. Hoje com mais de 30 milhões de visualizações (abaixo), ele mostra uma tartaruga marinha sofrendo enquanto um biólogo tenta retirar um canudo preso na cabeça do animal.

Fonte: Revista Época Negócios

UE descarta plásticos a partir de 2021

UE descarta plásticos a partir de 2021

Parlamento Europeu aprovou nesta quinta-feira (28/03) uma nova legislação que proibirá a comercialização de produtos plásticos em todos os países da União Europeia (UE).

Com 560 votos favoráveis, 35 contrários e 28 abstenções, o texto foi aprovado durante reunião em Estrasburgo. A medida entrará em vigor a partir de 2021. O objetivo é ajudar a conter as quantidades astronômicas de lixo plástico que sempre acabam poluindo o meio ambiente e os oceanos. O projeto foi apresentado pela Comissão Europeia e já havia sido aprovado no ano passado.

A nova lei abrange o banimento dos chamados plásticos oxidegradáveis – que se dividem em minúsculas partículas ao se degradar – e produtos feitos de poliestireno expandido. Entre os produtos banidos estão pratos, talheres, cotonetes, canudos, copos, entre outros.

A medida também estabelece que os Estados-membros terão de garantir a reciclagem de 90% das garrafas de plástico até 2029, e exigir que a composição contenha 25% de obra-prima reciclada até 2025 e 30% até 2030. Além disso, o documento tem como objetivo forças produtores de alguns utensílios a se responsabilizarem quanto aos custos de limpeza, coleta e reciclagem. Desta forma, principalmente a indústria do tabaco será atingida. A aprovação no Parlamento Europeu é o penúltimo passo para reduzir o consumo de plásticos descartáveis. Os Estados-membros devem ratificá-lo nos próximos dias, mas é apenas uma formalidade porque já deram luz verde ao texto.

Fonte: Revista Época Negócios

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